O que Iguatemi compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Iguatemi compraram US$ 24 milhões de outros países. É quase o mesmo valor dos 12 meses anteriores, quando foram US$ 24,3 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 44 cidades de Mato Grosso do Sul que importaram, Iguatemi ficou em 13º lugar. No Brasil, em 499º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos…35.092 toneladasUS$ 24 milhões100%
Todos os países (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1RússiaUS$ 16,1 milhões67%
- 2ÍndiaUS$ 5,18 milhões22%
- 3Estados UnidosUS$ 2,73 milhões11%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 1,05 milhão
- 2025US$ 38,1 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 10,2 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Iguatemi
Quanto Iguatemi importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Iguatemi (MS) compraram US$ 24 milhões de outros países: 1 produto, de 3 países.
O que Iguatemi mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos… (100%).
De quais países Iguatemi mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Rússia (67%), Índia (22%), Estados Unidos (11%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.